Por que há questões que são melhor respondidas com novas indagações!

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Tô feedida?

Que pergunta estranha, não?
Pois é. Outro dia a Roberta, do Mix, Cultura, Informação e Arte escreveu um comentário que me deixou muito cabreira:
Perguntou se eu não feed para assinar.

Como assim? Mandei um e-mail e fiquei aguardando, antes tomei um banho demorado (desculpe aí, água do planeta...), caprichei no perfume, não economizei no desodorante, leave-in com aroma muito agradável no cabelo... E esperei, até o outro dia quando recebi a resposta:


"Tati, feed é um mecanismo onde pessoas se inscrevem para rceberem a atualização de seu blog no e-mail.



Você se inscreve num programa chamado feed burner. (...)"


Ah... Então é isso? Ok. Obrigada Roberta! Fui lá no feed burner que não tem cheiro de nada, me inscrevi e... Nada aconteceu! Será que não entendi alguma etapa? 


Acho que o problema é que estou mais para toupeira que para gambá... Peço agora, aos amigos menos lesados que eu: Me ensinem o que eu faço depois? Por que eu feed sim, eu feed muito, vocês só não sentiram por que eu não sei o que fiz de errado... 

Aguardo ajuda de uma alma caridosa, ou várias! hehehe

Beijos a todos, caprichados na colônia almiscarada,
Tati.


P.S.: Acabei de saber, no blog do BlogBooks, que o resultado foi adiado para dia 28. Acho que vou explodir!!! Alta ansiedade... E eu que morro de medo de tarja preta e nunca usei nem um calmantezinho que seja em minha vida. Maracujina não é calmante, é? Pode? Em litros? Socoooooorro!!!


Mais beijos.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

EXTRA! EXTRA! Cabra Cega

Queridos,

Ontem, nasceu o primeiro filho, de uma série de muitos, da minha amiga parideira, ops... escritora! hehehe Isso mesmo! Para quem conhece, e também para quem não conhece (e precisa saber o que estava perdendo), a doce She, do Cantinho She, escreveu seu primeiro romance. 

Estou muito feliz e orgulhosa de minha amiga querida, que é talentosa, simpática, de uma humildade sem palavras. Jornalista das boas, estava quietinha fazia um tempo, só escrevendo seu livro. Que tinha um prazo de honra: Ser finalizado antes de seu aniversário. E disciplinada que só, ela conseguiu!!!! Estou feliz demais, parece até que o livro é meu. E não é que é? Já comprei meu exemplar, estou apenas aguardando chegar (leva em torno de 5 dias, por que é confeccionado sob demanda).

Amiga, tratarei seu filho com muito carinho. Preciso confessar, não vejo a hora de devorá-lo! Sim, sei que é este tipo de livro. Uma história de arrepiar, daquelas que não dará para desgrudar. Tem um pedacinho do primeiro capítulo que dá para ler, no site de vendas, e eu já fiquei super curiosa. Qual o mistério deste casal? Por que Gustavo não deixa Clara conversar com ninguém? Por que se mudaram no meio da madrugada? Alta ansiedade para conhecer toda a história!

Eu, como fã sem carteirinha, nem por isso menos fã (confeccionarei a tal carteirinha, está bem?), convido a todos: O link para conhecer o livro, com sua sinopse, e comprá-lo, está aqui. É fácil e simples. Estará também, de forma permanente, na barra lateral do blog, facilitando o acesso.

Como eu disse acima, o livro é impresso sob demanda. Isso dificulta a tal da noite de autógrafos. Quem gosta da She como eu não pode imaginar nossa amiga sem este regalo em sua primeira obra, não é? E claro, oportunidade para nos reunirmos e celebrarmos. Qual a minha ideia? Podemos comprar nossos livros. Então, marcamos uma data e realizamos o evento. Eu me ofereço para isso (quem me ajuda?), por que adooooro mesmo e não disfarço que gosto, e por que tenho certeza que a She merece este carinho e apoio.

Então vamos, povo. Quem está no Rio; no Brasil e pode vir ao Rio; fora do Brasil, planejando férias... Vamos encomendar nossos livros e marcar esta linda noite de autógrafos? Quero ver a She gastar seu pulso, curado às custas de muita fisioterapia, esforço, dedicação em tantas e tantas assinaturas. E aí, She? Topa?

Se você ainda tem dúvidas de onde encontrar o livro, segue aqui, mais uma vez e de forma BEM explícita, o link:
O que não podemos é deixar de prestigiar, não acha?

Parabéns, amiga!! Estou mega orgulhosa de você!

Beijos a todos,
Tati.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

De alhos a bugalhos

Mudando completamente de assunto. Queria apresentar a vocês uns gatinhos que eu conheci e me apaixonei.
Eles também são finalistas do Blogbooks, só que na categoria quadrinhos, óbvio.
Eu fiquei encantada, por que sou louca por gatos e tive/pertenci a uma por 15 anos. Eu lia os quadrinhos e parecia retratar minha Florzinha. Ou seja, eles sabem mesmo retratar a alma dos gatos, e o fazem de forma muito divertida.
Então, para os amantes de felinos, apresento os GeekCats. Não são lindos?

Acho que até amanhã estou de volta. As palavras já se ordenam dentro de mim, capitão Frase está colocando ordem no alfabeto!

  Mais aqui: http://geekcats.com/br/

Beijos a todos,
Tati.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Fui ali, me perdoar, e já volto!

Oi amigos,

Hoje é uma postagem diferente. Estes dias não estou muito bem. A situação experimentada na última quinta ainda me machuca. Preciso colar alguns caquinhos, e escrever tornou-se um pouco mais difícil. Como sei que criei um padrão de atualizações diárias, e sei que tem amigos que passam por aqui, aguardando por isso, achei por bem avisar. Vou tirar uns dias para pensar, me reestruturar. Não entendo por que destemperei como fiz. O motivo talvez não seja assim tão intenso quanto estou pintando, marido acha que estou "pintando o diabo mais feio do que parece" ou "fazendo tempestade em copo d´água". Até acho que ele está certo, porém da mesma maneira intensa que sinto alegria, sinto tristeza. E ainda estou envergonhada pelo que aconteceu.

Como é algo que interfere com o blog, me sinto tirando casquinha de machucado cada vez que passo aqui. Atendi ao que estava combinado (e foi uma semana repleta), então fiz todos os textos que vocês leram desde lá: O anúncio de finalista do BlogBooks, o texto da Coletiva de sentimentos, a notícia do Bonfa Convida e a postagem de aniversário da Glorinha. Querem saber? Nunca me senti tão sem naturalidade para escrever como nestes dias. Parece que voltei lá ao início do blog, quando eu temia julgamentos, ser mal vista, sei lá. É como se o tempo todo tivesse que me justificar. Acho isso um pé no saco! (sorry o termo chulo).

Já entendi uma coisa sobre perdão e relacionamentos. Perdoar quem não nos é tão importante, pode até ser fácil e a gente segue em frente, mas para que o relacionamento se mantenha, a relação precisa ser maior do que a ofensa. E aqui no blog criamos relacionamentos muito rápido, e com pouca história, pouca vivência. Nunca olhamos nos olhos uns dos outros (salvo raras exceções e encontros), não conhecemos tom de voz, nem sabemos quem somos exatamente, a não ser pelas palavras. Não vivemos histórias em comum que solidifiquem, sustentem a relação. Ela se quebra com facilidade, e pode ser bem difícil retomá-la. Quando o desculpe, assim como o está desculpada saem por escrito eles podem ser verdadeiros, sentidos, ou apenas palavras soltas. Como saber?  E como a relação é muito frágil, pode ser rompida sem volta. Isso eu não sei. E não quero mais falar neste assunto. 

Para não me tornar chata, repetitiva, uma destas pessoas que parecem rastejar em busca de perdão, (Eu não sou assim MESMO!) vou ficar na minha por uns dias, me entender, me perdoar. 

Neste momento o perdão que me interessa é o meu. É estar bem comigo. Saber que errei, que sou falível, que refletirei para evitar novos deslizes. Estou em busca apenas disso. E isso só posso ter comigo. Será então uma semana daquele tipo, lua de mel de reconciliação, do tipo que tantos casais experimentam, sabe? Só que minha lua de mel é interior. No casamento vai tudo bem, obrigada!

Voltarei me amando mais, de preferência com boas histórias sobre outros assuntos. Para isso estarei com amigos do lado de cá, aqueles que conhecem meu sorriso e meu olhar. 

Desculpem a ausência forçada. Espero que entendam a necessidade que me assola. Não deixarei de visitar blogs amigos, só não pretendo publicar textos por estes dias, nem estar tão presente como costumo ser. Quantos dias? Não sei. Até me sentir à vontade de novo por aqui. Que seja rápido então, né?

Beijos a todos,
Tati.

sábado, 18 de setembro de 2010

Feliz aniversário, amiga querida!


Hoje eu queria te dar um abraço beeem apertado, te olhar nos olhos, sorrindo e dizer que sinto orgulho de ser sua amiga;
Confessar que fico inflada quando você diz que se parece comigo, por que te admiro muito! Admiro sua maneira destrambelhada, que é parecida com a minha, e me divirto com nosso jogo de comentários repletos de identificação. Solto uma gargalhada nestas ocasiões, te imagino fazendo o mesmo do outro lado.
Você é linda e autêntica e amo a maneira como junta palavras, enchendo-as de alma, de vida. Admiro demais o seu talento e sonho em vê-la autora de muitos livros, celebrada, reconhecida. Aclamada por crítica e público. Este é o seu destino.
Hoje rezo para minha amiga atéia, para que seu dia seja rodeado de flores, que o som seja de uma orquestra de pássaros afinados, que o abraço acolhedor da família te envolva, que não faltem palavras e gargalhadas de amigos.
Que em sua vida sempre haja espaço para o sonho, para a fantasia, a reflexão, a graça!
Eu tenho muito a dizer, tanto a te agradecer, foi nas esquinas do seu café com bolo que meu blog desabrochou, e tenho certeza, muitos outros também. Nas brincadeiras propostas por você perdi o medo de me expor, de falar de sentimentos e daquilo que me vinha na alma. Nestes caminhos fiz tantos amigos... você divide o bolo, e isso é pura generosidade! Obrigada por tudo, amiga. Tomar café com Glorinha é sempre um momento de intensa felicidade.
Você é especial para mim!

Um grande beijo com muito carinho.
FELIZ ANIVERSÁRIO AMIGA ALMA GÊMEA!!!!!!

Um beijo,
Tati.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Estou na casa ao lado

Amigos, 

Quis deixar o texto para escrever na hora, apesar de já saber disso há duas semanas. É que queria escrever no calor da emoção. Só que vou dizer, hoje é emoção demais para mim!!!

Sabe aquele blog que você se apaixona à primeira vista? Por que é lindo, por que tem conteúdo, por que.. por que... Então da primeira vez que você entra, você lê uma porção de postagens, ama uma porção de coisas, namora fotos, ideias, viagens; admira  criatividade e bom gosto, e resolve deixar um comentário tímido? E então esta pessoa, de um blog grandão, cheio de seguidores, retorna quase imediatamente ao seu blog, seu texto (não deixa mensagem genérica de agradecimento), é extremamente gentil e passa a ser sua seguidora (detesto este termo)? Então, eu vivi esta história com a Bonfa.

Cheguei até ela por um pedido da Margaret, que estava participando de um dos muitos concursos que a Kátia Bonfadini promove, e que são sempre muito criativos. Aliás, criatividade é com ela mesma! E capricho, muito capricho!

Eu me apaixonei primeiro pelo Casos e Coisas e na sequência, pela própria Bonfa. Ela é uma fofa! Se você não a conhece, não sabe o que está perdendo. Ela estava envolvida naquele concurso que ganhei, lembra, do dia dos pais, junto com a Mari?

Um dia, há pouco tempo atrás, eu decidi me tornar mais ousada. Fiz alguns movimentos, inclusive pedir votos por aqui, e deu certo. Então resolvi me arriscar mais um pouquinho. É que a Bonfa tem uma coluna às sextas, que chama Bonfa Convida. Eu, abusadinha que só, escrevi para ela pedindo que me convidasse. Eu queria muito ser recebida por esta grande anfitriã. Enviei o e-mail e... me arrependi! Que audácia! Que abuso! Como peço para entrar na festa dos outros? Não recebeu educação em casa, não? 

Não é que a fofa da Bonfa me responde dizendo que adorou a ideia? Me deixando super à vontade para escrever sobre o que falar? Então, de comum acordo, acabamos optando por reeditar o Amor ao Silêncio. Por que é um dos meus textos faoritos, e dela também. Conhece? Não conhece? Não deixe de prestigiar, vai me fazer muito feliz!

Por favor, passem no Casos e Coisas da Bonfa e vejam como esta grande blogueira recebe bem seus convidados. Eu me senti hóspede de honra (e olha que fui esta convidada folgadinha que eu confessei, hein!).

Bonfa querida, eu esperei a hora para ter as palavras certas, mas não consigo tê-las comigo, só coração palpitando, sorriso frouxo, uma gratidão sem tamanho... OBRIGADA por tanto carinho e gentileza.

Um beijo a todos,

Tati.

Onde está minha inscrição da OAB?


Esta é minha participação na blogagem coletiva proposta pela Glorinha, do Café com bolo. O tema hoje é perdão, e não podia ser mais oportuno para mim. Aproveito a ocasião para um mea culpa

Vocês conhecem esta historinha? Eu já conhecia e já até a li algumas vezes para os assistidos de um trabalho que eu participava. A gente lia e interpretava, claro! 

Que fofo, né? Leia e depois conversamos:



Havia um menino que tinha um temperamento difícil.
Seu pai deu-lhe um saco de pregos e disse-lhe que, a cada vez que perdesse a paciência, pregasse um prego na cerca dos fundos de sua casa. 
No primeiro dia o menino pregou 37 pregos na cerca. 
Então foi diminuindo gradualmente. Ele descobriu que era mais fácil conter seu temperamento do que bater pregos na cerca. 
Finalmente chegou o dia em que o menino não perdeu mais a  paciência.
Ele contou isso ao seu pai, que sugeriu que agora o menino  tirasse um prego da cerca para cada dia que ele conseguisse conter seu temperamento.
Os dias foram passando e o menino pôde, finalmente,  contar a seu pai que não havia mais pregos na cerca.
O pai pegou o filho pela mão, levou-o até a cerca e disse:
-"Você fez bem, meu filho, mas veja os buracos na cerca. A cerca  nunca mais será a mesma. Quando você fala coisas ruins, ofende, elas  deixam uma cicatriz como estas. Você pode enfiar uma faca em um homem e tira-la. Não importa quantas vezes você diga que sente muito, a  ferida continuara lá. Uma ferida verbal é tão ruim quanto uma física".


Pois é. Li e reli tantas vezes... Pensa que eu aprendi? Coisa nenhuma...

Ontem eu magoei uma pessoa. E me sinto péssima por isso. Magoei por que julguei, por que interpretei tão mal uma situação... Criei um bicho, fui contra o bom senso. Se eu prestasse mais atenção ao que esta pessoa demonstra, jamais a colocaria em xeque. 

Eu não tenho a menor dificuldade em pedir desculpas. Este tipo de orgulho besta não me assola. No entanto eu me exponho muitas vezes ao expor as pessoas a isso. Se desse um tempo às questões, se as colocasse em perspectiva, poderia evitar muitos aborrecimentos.  Existe um exercício, que eu conheço, apesar de não ter feito, de pensar no que um fato afetaria sua vida daqui há uma semana, um mês, um ano. Era algo que não afetaria minha vida depois de poucos dias. Em uma semana seria passado, pior do que isso, nem era verdade!

Minha atitude foi mesmo mesquinha e desnecessária. A mesma conversa poderia ter acontecido de outra forma se eu partisse do melhor. Eu optei por partir do pior, do julgamento. Do MAU julgamento. Não à toa para ser juíz é necessário muitos anos de estudo, de dedicação. Ainda assim, há acusação e defesa,  testemunhas, provas, às vezes juri... Tantas e tantas coisas antes de se condenar alguém. Quem sou eu para dizer isso ou aquilo de outra pessoa, seja ela quem for? E se a pessoa em questão sempre foi doce e generosa, não apenas comigo, mas com as pessoas em geral, ao seu redor? É, ontem me senti pequena por que estava mesmo pequena. E hoje vou me perdoar, por que preciso, mas preciso, mais que isso, aprender.

É a primeira vez que erro feio assim? Não, nem a segunda. Eu tenho um instinto impulsivo que me irrita. Achei que estava sob controle, dei bobeira e ele se manifestou. Que vergonha senti de mim mesma quando percebi o quanto estava equivocada. 

Um antigo chefe meu dizia que, quando apontamos um dedo para alguém estamos, de forma simultânea, apontando 3 para nós mesmos, e um para o chão (baixando o nível ou o padrão). Ouvi está frase há muitos anos. Guardei, só não apliquei. Disfarcei de "quero entender" quando na verdade estava julgando. Está lá, por escrito. Eu reli e percebi que me sentiria mal se lesse algo assim. Agora já foi, e me arrependo. Tirei o prego e deixei o furo na madeira. Se tivermos oportunidade, podemos tratá-la, lixar, polir, envernizar... Isso o tempo mostrará. Por enquanto sinto que perdi um amigo, e que a responsabilidade está comigo. Ou eu cresço ou mais situações como estas acontecerão.

Para não terminar tão entregue e derrotista, lembrei de uma frase do Emmanuel, dita por Chico  Xavier em uma situação pior do que esta (quando descobriu que seu sobrinho estava cobrando por lugares na fila para o atendimento): 

"Ninguém pode voltar atrás e fazer um novo começo, mas qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim.

Com erros e acertos, nossa história continua. É isso, hoje não sei como encerrar. Ainda estou triste comigo.

Um beijo a todos,
Tati.